5 perspectivas para impulsionar a produtividade usando Jenkins

Jenkins, para quem não conhece, é uma ferramenta de integração contínua de código aberto, fácil de instalar e configurar. É possível obter melhores resultados e economizar tempo se o usuário conhecer as dicas, truques e configurações que otimizam sua instalação e uso.

O site DZone lista algumas opções interessantes:

1. Introdução: Um guia para iniciantes


A Sauce Labs, uma nuvem de testes automatizados para aplicativos web e móveis, compilou um ótimo artigo intitulado “A Getting Started Guide to Setting Up Jenkins. O guia inclui os passos necessários para a concepção e o estabelecimento de padrões para uma arquitetura de integração contínua (CI), localizando plugins importantes, definições de configuração do sistema e deploy do primeiro pipeline CI.

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2. Recomendações de plugins para turbinar o Jenkins

O Jenkins está interconectado com nada menos que 1000 plugins, que possibilitam integrá-lo com mais ferramentas de desenvolvimento, teste e deploy. O artigo da Sauce Labs no tópico acima recomenda usar ferramentas como Git  – para integrar o GitHub na clonagem de repositórios – Slack e Thinbackup – que faz o backup das configurações globais e específicas da tarefa. Quem se interessa pelo tema também deve verificar esta lista do DevOps.com que oferece 15 sugestões para aumentar a produtividade e gerenciamento do Jenkins.

 

3. Jenkins 2.0 e o Pipeline

O Jenkins 2.0, lançado em abril, pode ser instalado com alguns plugins empacotados que devem ser suficientes para cobrir a maioria das tarefas de integração contínua e entrega contínua para quase qualquer projeto de software.

A maior mudança no Jenkins 2.0 é o novo recurso Pipeline, que foi adicionado ao plugin padrão. Ele permite criar tarefas Jenkins na forma de scripts de texto simples (na verdade, é uma DSL personalizada no topo da linguagem Groovy). Em vez de definir os passos na interface de usuário, é possível orquestrar os processos de integração contínua do commit à entrega usando scripts de pipeline poderosos – que são sistemas de controle de versão amigáveis e legíveis) e, em seguida, acompanhar o progresso e status diretamente no painel de tarefas Jenkins.

Leia mais sobre o Jenkins 2.0 e o Pipeline nos artigos de melhores práticas da CloudBee, nos de Dmitri Tikhanski, e também artigos da RedHat e Sauce Labs.

4. Jenkins e APM

Dentro da integração contínua e processo de entrega, o gerenciamento de performance de aplicativos (APM) pode desempenhar um papel importante nos testes de carga, regressão, build, e de unidade, para conduzir ao teste de aceitação automatizada antes que o novo código suba para a produção. A boa notícia é que o Jenkins oferece plugins com várias das principais opções APM disponíveis. Este artigo da CA Technologies sobre o plugin CA APM Jenkins, revela que “não só permite extrair dados de desempenho APM no Jenkins, como também permite ao usuário publicar atributos importantes, como build number, status etc, para a CA APM”. Também é possível encontrar plugins Jenkins para AppDynamics, dynaTrace AppMon  e New Relic.

5. Testes de desempenho e balanceamento com Jenkins


Adicionar testes de desempenho ao escopo de integração contínua ajuda a reduzir o risco de degradações de performance sempre que um novo recurso for adicionado ou a corrigir um bug de produto. O Jenkins é uma ferramenta ótima para integrar testes de desempenho e balanceamento no processo de integração contínua.

Veja detalhes de como fazê-los, analisando o processo por diferentes ângulos. Por exemplo:


Quem é usuário BlazeMeter pode usar o Jenkins Plugin para iniciar um teste na nuvem BlazeMeter diretamente do Jenkins.

Fonte: DZone.com

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